quarta-feira, 22 de abril de 2015

Os 10 erros mais comuns cometidos no keno

O Keno é um jogo de casino cuja popularidade tem vindo a registar um aumento significativo nos últimos tempos. Para todos os que gostam de jogar na lotaria, ou no bingo, é muito fácil apreciar e aprender a jogar Keno. Basicamente, este jogo de casino consiste em escolher um ou mais números, numa série de oitenta números de 1 a 80. O casino fará depois um sorteio aleatório de 20 números e se os números escolhidos fizerem parte dessa seleção o jogador ganha prémio. Claro que quanto maior for a quantidade de números escolhidos pelo jogador, maior será o valor investido e maiores poderão ser os seus ganhos e perdas. Apesar de parecer ser um jogo bastante simples, um jogador de keno pode cometer vários erros. Vamos ver alguns desses erros, e de que forma se poderá minimizar a sua ocorrência:

1. Há que ter em conta a vantagem da casa

Neste, como aliás em todos os outros jogos de casino, a casa apresenta sempre uma vantagem que no caso do keno pode variar entre 15 e 20%, chegando nalguns casinos a atingir os 30%. Assim sendo e tendo este facto em consideração, as hipóteses de alguém tirar um número premiado em 80 números diferentes são de 0,25%. O jogador pode perder quase todos os seus lances sem perceber porquê. O maior erro que pode decorrer daqui é apostar mais do que se pode perder, sem se dar conta de que as possibilidades de ganhar são de facto mínimas, como em qualquer outro jogo que dependa apenas da sorte.

2. Jogar como se fosse um robot

Pode parecer estranho, mas este é um dos erros mais frequentemente cometidos por jogadores, e não só de keno. Jogar sem quase se dar conta, ficar apenas a ver o dinheiro entrar ou sair, assumir uma posição de mero espectador, quando afinal o jogador é a estrela principal de todo este processo é um erro comum. É necessário raciocinar sobre as jogadas, sobre o valor das apostas. Afinal o jogador é um ser pensante, não pode abdicar do emprego da sua inteligência só porque está num casino, rodeado de adrenalina e de emoção.

3. Relação entre possíveis perdas e ganhos

É preciso relacionar a quantidade do dinheiro apostado com a quantidade possível de dinheiro a ser ganha. Ou seja, quanto mais baixa for a aposta, apenas num ou em dois números, claro que o prémio será menor. A despesa também será menor, é certo. Mas encontrar o equilíbrio entre perdas prováveis e ganhos prováveis é a melhor solução. Uma quantidade intermédia de números, talvez 6, costuma ser uma aposta inteligente. Não investe muito, não ganha muito, mas ganha alguma coisa. A falta de discernimento costuma ser um erro grave no keno.

4. Acreditar que existem estratégias salvadoras

Infelizmente muito comum entre os apostadores de keno. Algumas pessoas acreditam que se descobrirem a combinação certa, a chave apropriada para descodificar o jogo, serão capazes de ganhar sem parar. Acreditam que a resposta está algures perdida num raciocínio matemático, ou na banha de cobra impingida por espertalhões pouco honestos. Nada mais errado. O keno depende só da sorte, apenas da sorte e de nada mais do que isso. Ou se acerta, ou não se acerta. Todo o processo é completamente aleatório. Nenhuma pseudo estratégia para acertar no keno é válida, muito menos infalível. Apenas o bom senso, a intuição e o acaso resultam neste jogo.

5. Pensar que certos números são impossíveis de serem escolhidos

Pois… não faz muito sentido, mas existem jogadores que sentem certa repulsa em escolher determinados números na hora de apostar. Na sua opinião números como o 13, por exemplo, são números de azar que não devem ser escolhidos. Mas não é nada assim. Todo e qualquer número que esteja entre os prováveis de sair, pode de facto sair. A escolha é obra da sorte e a sorte tanto pode contemplar o 7, como o 13. Nada de ficar com receio de certos números. Se estão na lista, podem ser selecionados.

6. Pensar que se já saiu uma vez ou duas, não vai voltar a sair

O mesmo número pode sair todas as vezes em que for feito um sorteio. Como se pode passar uma noite inteira sem certo número ser escolhido. Não se deve orientar o processo de escolha por esse método. O keno não tem estratégia, como já atrás foi dito. Talvez por isso alguns jogadores de casino mais snobs digam que o keno é um jogo para os pobres de espírito, uma vez que não pede inteligência, nem sabedoria para ganhar. Importante é seguir a intuição e a vontade. Esquecer a lógica na altura de apostar num certo número pode ser uma boa ajuda no keno.

7. Jogar keno sem saber bem as regras do casino

É importante que o jogador saiba que as regras podem variar de casino para casino. Assim existem casinos onde está estabelecido um tempo limite para que se possam reclamar os prémios obtidos. Este tempo é por vezes bem curto, e na emoção das apostas o jogador acaba por deixar para depois, e depois pode já ser tarde. Mesmo que a quantia ganha seja pouca, é já um lucro do jogador e pertence-lhe por direito. Se o tempo para entregar o prémio for excedido, o casino está desobrigado de entregar o dinheiro ao jogador. Jogar sem conhecer as regras da casa  é pois um erro, e um erro que pode sair caro.

8. Começar a jogar sem orçamento estabelecido previamente

É antes de começar a apostar no keno, que o jogador tem que fazer o seu orçamento. Ou seja, tem que estabelecer previamente, ainda com a cabeça fria e o raciocínio claro, qual é exatamente a quantia que está disposto a perder. Nunca perder mais do que pode, e para isso, não apostar mais do que pode perder. Jogar é bom, o keno é entusiasmante, mas a vida real tem que continuar e as obrigações têm que ser honradas. Apostar dinheiro essencial é uma péssima decisão.

9. Insistir em jogar, mesmo quando está a perder

Perder uma vez, duas vezes, é normal. Perder várias vezes consecutivas pode, e deve ser lido como sinal de que a sorte do jogador está por baixo naquele dia. Insistir em jogar, manter, ou até dobrar as apostas nessas circunstâncias é errado. Sistemas de apostas praticados noutros jogos de casino não resultam no keno. Insistir num número na esperança de que ele acabe por sair simplesmente não se aplica ao keno. Não há técnicas, só há sorte. Se a sorte estiver longe do jogador, então a melhor opção será parar e desistir.

10. Apostar mais do que ganhou por pensar que está em maré de sorte

O erro tanto acontece por defeito, como por excesso, como se costuma dizer. Quando o jogador ganhou já uma, duas, três vezes seguidas e sente por isso que está numa maré de sorte e insiste em manter-se a jogar, apostando tudo o que ganhou, está a desafiar a sorte e a cometer um erro. Nunca se deve apostar mais do que os lucros já obtidos no jogo. Se o jogador perder, ao menos que não fique em prejuízo. Apostar e perder tudo o que já ganhou, vai deixá-lo na mesma situação com que entrou no casino. Mas se além de perder o que ganhou, perder também dinheiro que era seu antes de jogar, então está a ter prejuízo. A sorte não vai durar a noite toda. É mais do que provável que acabe por perder e não se pode esquecer disso.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

As substituições no futebol

Numa partida oficial de futebol é possível efetuar três substituições. Estas podem ocorrer em qualquer momento, ao longo do tempo de jogo ou aquando do intervalo. Se no jogo houver lugar a prolongamento, não há possibilidade de substituições adicionais e aquelas que são permitidas para o jogo podem ocorrer nesse prolongamento. Se houver desempate pela marcação de pontapés da marca de grande penalidade não é permitido efetuar qualquer substituição após o apito final do prolongamento nem durante a marcação das grandes penalidades.
As substituições são decididas pela equipa técnica podendo ser substituído qualquer jogador em campo. O atleta que o substitui pode ser qualquer um dos suplentes convocados para o jogo, obedecendo apenas a uma regra: a equipa tem de ter em campo um guarda-redes. Em caso de lesão ou expulsão do guarda-redes quando já não houver substituições permitidas possíveis, o posto de guarda-redes será ocupado por um jogador de campo, que envergará equipamento que permita distingui-lo dos restantes jogadores.
Podemos apontar duas ordens de motivos que podem levar à decisão de substituir um jogador: motivos de ordem física e opções táticas ou técnicas.

Motivos de ordem física                    

O responsável máximo pela decisão de substituição é o técnico principal. Este decide em função das condicionantes táticas e estratégicas mas também em função das condições físicas dos jogadores que se encontram em campo. Assim, a substituição pode dar-se devido a lesão impeditiva do jogador ou, simplesmente, a cansaço físico. No entanto, estas situações devem ser sempre excecionais pois as substituições devem ser reservadas para alterações estratégicas destinadas a surpreender o adversário.

Opções técnicas e táticas que podem determinar as substituições

Em termos estratégicos, o treinador pode decidir uma substituição tendo em conta determinadas variáveis, como por exemplo:

Um golo adversário

Pode exigir maior acutilância no ataque; assim, é normal que nessa altura o treinador opte por uma estratégia mais ofensiva, substituindo um jogador por um outro que atue numa posição mais avançada no terreno.

Um golo da própria equipa

Pode fazer sobressair a necessidade de defender o resultado; nessa ocasião é normal que o técnico opte por fazer sair um jogador substituindo-o por um outro que atue numa posição mais recuada no terreno.

Alteração de estratégia

Uma substituição pode fazer-se quando o treinador entende como necessária a alteração da estratégia, em função, por exemplo, do modelo de jogo praticado pelo adversário; por vezes é necessário explorar pontos fracos que o adversário revela, outras vezes é necessário reforçar a equipa para resistir a eventuais pontos fortes do adversário. Estas mudanças táticas têm muitas vezes a intenção de surpreender o adversário com uma alteração tática inesperada.

Falta de rendimento de um determinado jogador

As substituições são muitas vezes efetuadas quando um jogador revela um rendimento inferior àquele que dele se esperava. Ou seja, espera-se que o jogador suplente desempenhe o seu papel com mais eficácia que o atleta substituído.
Em muitos casos as substituições são determinadas por uma conjugação de diversos destes fatores; essa conjugação de fatores faz com que a maioria das substituições se realize na segunda parte dos jogos, quando começa a vir ao de cima o cansaço dos jogadores e, ao mesmo tempo, se aproximam os momentos decisivos da partida. É por isso que maioria dos treinadores entende como momento fulcral para essas alterações o período entre os dez e os vinte minutos da segunda parte.
Noutros casos, os treinadores procuram guardar as substituições para os momentos finais, para melhor responder ao “pressing” final ou então para mais facilmente defender uma vantagem conseguida.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

As principais vantagens dos jogos de treino contra equipas secundárias

Treino é treino, jogo é jogo. Quem acompanha as notícias de futebol certamente já ouviu este ditado popular. Ele refere-se justamente às diferenças que há no desempenho dos atletas em situações de simulação, ou seja, no treino, e no que diz respeito às situações reais, isto é, o jogo.
Quando o que está em disputa são os três pontos, o atleta desdobra-se em esforços e corre até que o corpo não aguente mais. Por outro lado, quando há apenas o treino diário ou semanal, a sua vontade fica restrita aos seus limites e à exigência dos seus treinadores. Nem sempre se disputam jogos para o campeonato ou para as competições europeias para que existam jogos a “doer”. Então, qual é a melhor forma de simular situações de jogo sem ser naquele treino frio, em que os únicos adversários são seus próprios colegas de equipa? A resposta é o jogo-treino! Conheça as principais vantagens dos jogos de treino contra equipas secundárias. Normalmente, as equipas grandes não aceitem participar em tais partidas contra os seus principais rivais, ao passo que as equipas secundárias tendem a aceitar tal participação.
  1. Jogar contra equipas secundárias expõe as fragilidades da equipa. Num jogo-treino, as situações reais de jogo aparecem e as fragilidades da equipe acabam por vir à tona. Dessa forma, torna-se possível corrigir cada um dos erros da equipa em campo.
  2. O jogo-treino gera mais motivação no atleta do que o treino convencional. Num jogo-treino o atleta enfrentará situações reais que, certamente, o motivarão a extrair o máximo do seu desempenho em campo.
  3. Realizar jogo-treino contra equipas secundárias é uma oportunidade dada aos atletas para que eles tenham disposição para mostrar ao treinador todas as suas capacidades. Mesmo não sendo uma partida oficial e sendo contra uma equipa secundária, o jogo-treino é para o jogador uma oportunidade de mostrar ao chefe que ele está disponível para qualquer situação.
  4. O jogo-treino contribui para que os atletas, principalmente na fase da pré-temporada, adquiram o famoso ritmo de jogo. No treino convencional, realizado diariamente, isso é impossível de acontecer, enquanto as situações reais de uma partida que existem em um jogo-treino permitem tal feito.
  5. Jogar contra equipas secundárias permite que sejam observados nos atletas contrários atletas eventuais potencialidades que possam reforçar o respetivo plantel. Para a equipa secundária, o jogo-treino também tem as mesmas características que um jogo normal e aí pode aparecer algum craque no relvado.
  6. O jogo-treino prepara a equipa na integração de um objetivo em comum: a vitória. Vencer é o grande objetivo de qualquer partida, oficial ou não, e a união dos atletas nesse objetivo em comum é fundamental para que eles se acostumem com a ideia de serem vencedores e a repitam nas partidas oficiais, contra os seus maiores rivais.
  7. Para os clubes grandes, o jogo-treino contra uma equipa secundária é uma grande hipótese de dar moral ao jogador que anda em baixo de forma ou psicologicamente abalado, podendo o seu desempenho nessa partida ser um fator determinante para a sua recuperação física e psicológica.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Os castigos aplicados aos jogadores de futebol

A profissão de jogador profissional de futebol nem sempre é vista como um mar de rosas como a superficialidade da comunicação social deixa antever. Em clubes profissionais nacionais, como o Benfica, Porto ou Sporting e nos estrangeiros Real Madrid, Barcelona, Bayern de Munique, entre outros colossos mundiais, com infraestruturas sólidas, o jogador rebelde ou prevaricador, pode passar um mau bocado. Vejamos algumas das sanções e castigos a que clubes e treinadores se costumam socorrer, em ordem a demonstrar a sua autoridade sobre o atleta.

1. Não convocar o jogador para um determinado jogo

É um dos mais dolorosos castigos para qualquer atleta profissional de futebol. Ainda que tenha treinado e trabalhado juntamente, e com afinco, durante a semana, com os restantes colegas, na hora da convocatória, o treinador decide preteri-lo, por outro jogador.

2. Convocar o jogador e deixá-lo no banco

É uma situação um pouco diferente da descrita acima. Aqui, a decisão do treinador e do clube é a de que o jogador deve ser convocado para o jogo, acompanhar a equipa, sentar-se no banco com os restantes suplentes, mas com a certeza de que não será chamado a entrar no relvado para jogar.

3. Retirar-lhe a titularidade

Retirar a titularidade é o castigo com mais impacto, no caso de aplicável a um guarda-redes ou a um titular indiscutível ou a um jogador com impacto mediático. No caso do guarda-redes, pelo lugar específico e especial que ocupa, o atleta sabe que dificilmente conseguirá resgatar o posto que era seu, salvo se se retratar convincentemente perante o “mister” e responsáveis do clube. No caso do jogador mediático, o treinador, normalmente, quer fazer passar dois tipos de mensagens, com destinatários diferentes: uma, para as estruturas do clube, demonstrando a sua autoridade e, outra, para a comunicação social e casas de apostas, atendendo à força que os “media” adquiriram, e à força mobilizadora do futebol nos escaparates sociais.

4. Não colocar o jogador a treinar com a equipa principal

É um dos castigos a que os clubes recorrem com mais frequência. Dependendo da gravidade da conduta do jogador, é comum os clubes castigarem os jogadores da equipa principal, colocando-os a treinaram com as camadas mais jovens.

5. Pôr o jogador a treinar à margem do plantel

À semelhança do que acontece na situação descrita no ponto anterior, também aqui o jogador é proibido de treinar com o plantel principal. Neste caso porém, no exercício do poder diretivo, o clube impõe ao atleta que treine sozinho, ainda que na mesma sessão de trabalhos dos colegas, mas não interagindo com eles.

6. Obrigar o jogador a pagar uma multa pecuniária

O pagamento de uma multa ou um desconto na folha salarial é uma sanção à qual o clube recorre quase sempre. Seja um castigo alternativo ou cumulativo, com qualquer das outras situações descritas, raras são as vezes em que o clube decide castigar um jogador por uma qualquer conduta, sancionável, e não impõe uma sanção monetária.

7. Emprestar o jogador a um clube de menor dimensão

Este tipo de situações pode acontecer com jogadores com menos mediatismo, problemáticos e incorrigíveis. Para não se desvincularem contratualmente do jogador, o que acarretaria certamente encargos para o clube, na forma de indemnização, os responsáveis optam, normalmente com a conivência ou aval do treinador, pelo empréstimo do atleta a um clube de menor dimensão, ou até de outro escalão ou país. Este castigo implica, amiúde, que o jogador caia no esquecimento, e possa hipotecar, irremediavelmente, uma carreira no futebol ao mais alto nível.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

As principais rotinas diárias que se podem encontrar numa academia de treinos

Não há vitórias sem esforços, por trás de grandes campeões há uma história de muita determinação, muito comprometimento e muito treino para, enfim, chegar ao resultado tão esperado: a vitória. Assim como um pianista precisa de horas e horas de treinos diários para tocar uma música lindamente, o desportista ou mesmo quem apenas curte o ginásio para ter um corpo definido também precisa de dedicação e muita força de vontade.
Para quem não gosta muito de rotinas, a vida de desportista não é muito atraente porque todos os dias os jogadores são obrigados a treinar e a cumprir com exercícios físicos específicos para ficarem em forma. Numa academia de treinos é possível encontrar as seguintes rotinas listadas abaixo:

1. Ter horários próprios para treinar

Não é possível numa academia de treino ter flexibilidade de horário para iniciar os treinos e sua duração, uma vez que é preciso comprometimento com aquilo que se faz. Por isso, o cumprimento dos horários é imprescindível tanto na chegada, quanto ao tempo estabelecido para estar em atividade. Também é de lembrar que o excesso pode trazer desgaste ao físico e a falta ou o exercício mal feito pode comprometer a resistência não conseguindo chegar ao que se almeja.

2. Fazer alongamentos

É Imprescindível fazer todos os alongamentos antes de começar as atividades físicas. Alongar antes de começar as atividades é preparar o corpo deixando o músculo relaxado, mais flexível, evitando assim, qualquer possibilidade de lesão nos músculos durante o treino.

3. Realizar bons aquecimentos

Essa etapa vai começar aquecer seu corpo de uma forma mais leve para um exercício posteriormente mais forte, mais pesado, seria um preparo para a atividade mais intensa e essa etapa também é importante para evitar as lesões vez que aumenta a amplitude do movimento. Geralmente os aquecimentos são feitos na esteira, corrida ou caminhada, em pedaladas na bicicleta, exercícios aeróbicos durando no máximo até 20 minutos.

4. Fazer exercícios físicos por grupos musculares

A academia mantem uma atividade rotineira dos exercícios feitos e essa rotina dependerá de quantas vezes a pessoa vai para a academia durante a semana. Não é recomendável ir todos os dias, pois é necessário um dia de descanso e de relaxamento total do corpo e em seguida começar tudo de novo.
Os exercícios são divididos por músculos para uma maior organização do treino. No primeiro dia de atividade divide entre peito, ombro e tríceps, no segundo divide entre costas, braços, bíceps e abdômen e no terceiro dia de atividade pernas e panturrilha. Todas as atividades são geralmente divididas em cinco séries de 10 a 15 repetições conforme a capacidade física de cada.

5. Fazer séries de abdominais

Depois de terminados todos os exercícios, a maioria dos atletas reserva um momento para os abdominais. Esta rotina diária é feita de acordo com a atividade física que se faz durante a semana (três, quatro, cinco ou mesmo seis vezes ao dia).

6. Terminar os exercícios com alongamentos

Ao terminar as atividades físicas é fundamental que os jogadores realizem sempre alongamentos. Estes, vão ajudar a relaxar os músculos que foram tensionados durante as atividades e alongar os tecidos em torno das articulações, proporcionando uma maior sensação de relaxamento.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

As principais funções de um presidente de um clube de futebol

Existem inúmeras definições sobre o que é a liderança e como um presidente a pode exercer e ser encarado como um líder. No entanto, a liderança pode ser exercida dentro de uma associação/empresa/clube que é constituída por um grupo de pessoas com determinadas responsabilidades, mas também pode ser exercida por alguém, nomeado ou não, com vista à obtenção de determinados objetivos comuns específicos. Neste sentido, sendo um clube de futebol encarado como uma associação, o seu presidente terá de ser o seu líder, pois é a ele que os restantes funcionários do clube (treinadores, jogadores e adeptos ou simpatizantes) se dirigem quando pretendem resolver assuntos relacionados com o clube.
 O presente artigo pretende dar a conhecer as principais funções de um presidente de um clube de futebol, bem como indicar como este se deve relacionar com os treinadores, jogadores e comunicação social.

1. Apoiar o trabalho da equipa técnica

Para exercer esta função da forma mais correta e eficaz, o presidente de um clube de futebol deve procurar acompanhar, estimular, orientar e apoiar o trabalho dos seus treinadores e dos seus jogadores, com idas regulares ao local de trabalho destes, neste caso o campo de treinos de futebol. Este tipo de função permite que o presidente do clube de futebol estabeleça uma relação de maior proximidade com a sua equipa de trabalho.

2. Avaliar o desempenho dos funcionários do clube

Esta função permite ao presidente do clube de futebol analisar o desempenho quer dos seus treinadores, quer dos seus jogadores nas suas respetivas funções. Para tal, deve procurar criar um ambiente de diálogo com a sua equipa, para que se possa proceder à correção e redefinição dos objetivos propostos inicialmente, se necessário.

3. Cumprir com os deveres do clube

Deveres para com o clube, obrigações profissionais, atividades desportivas e culturais. O presidente de um clube deve procurar alcançar um equilíbrio entre o que são os seus deveres e as obrigações profissionais para com o clube, e a prática de atividades desportivas e culturais. Sendo presidente de um clube de futebol, deve também motivar e estimular a prática de outras modalidades desportivas, para que desta forma consiga atrair outro tipo de massa associativa ao clube, isto é, pessoas interessadas em assistir a outras modalidades desportivas.

4. Instituir um gabinete de comunicação eficaz

O presidente de um clube de futebol deve exercer um controlo sobre os seus treinadores, jogadores e comunicação social, no sentido de os alertar para que certos comentários, opiniões e atitudes podem denegrir a imagem de um clube de futebol.

5. Estabelecer um clima de diálogo entre todas as partes

A forma como um presidente de um clube de futebol se relaciona com os seus liderados (treinadores, jogadores e comunicação social) é de extrema importância para as funções que desempenha. Este deve procurar criar um clima de diálogo entre estas diferentes partes, deve exigir delas o que tiver de exigir com vista a obtenção dos objetivos propostos inicialmente para o clube de futebol, da forma mais eficiente e humana possível, para que em conjunto todas as partes envolvidas atinjam os seus objetivos e potencial, alcançando desta forma os resultados pretendidos para o clube de futebol.

terça-feira, 29 de julho de 2014

As principais vantagens e desvantagens em ver um jogo de futebol nos camarotes

Vamos analisar de forma simples e sistemática as vantagens e desvantagens em assistir aos jogos de futebol a partir de um camarote. Depois de analisar, deverá fazer a sua escolha consciente. Comecemos por ver uma pequena e incompleta lista das vantagens. Ela é incompleta porque todos nós conhecemos sempre mais alguma que podemos acrescentar, dependendo do tipo de pessoa que somos, das nossas necessidades e, fundamentalmente, do estádio a que o camarote pertence.

Vantagens em ver um jogo de futebol num camarote

1. A privacidade

Poder ver o jogo tranquilamente e no estádio. Imagine que a esposa adepta está grávida de 9 meses que não quer perder o jogo ou o bebé recém-nascido já vai ao estádio! Na privacidade do camarote poderá sentir todas as emoções do jogo e estar tranquilamente a fazer apostas desportivas no tablet ou no smartphone. Além disso, poderá gritar pela sua equipa as vezes que quiser.

2. O conforto

Os camarotes oferecem conforto para que possa assistir ao jogo de forma agradável. Independentemente de ser no estádio de um clube grande, como o Benfica, Porto ou Sporting, ou pequeno como o Paços de Ferreira ou Arouca, muitos deles têm assentos muito confortáveis e até outros serviços especiais como televisão com canais pagos, serviço de buffet, entre outros fatores.

3. A possibilidade de estar em família

Outra fantástica vantagem do uso dos camarotes é poder ver o jogo com a família e com os amigos. Alguns albergam muitas pessoas e pode ser uma excelente ideia para ter uma reunião ou para celebrar um aniversário de adeptos mais ferrenhos.

4. Os serviços personalizados

Alguns camarotes oferecem serviços de atendimento personalizado de acordo com as necessidades dos clientes. Imagine que tem crianças que ainda não conseguem acompanhar o jogo durante todo o tempo. Alguns camarotes podem disponibilizar serviços com monitores para acompanhar as crianças. Outros oferecem um serviço de buffet para consumir durante o jogo ou possuem acessos especiais a serviços de catering. Poderá ainda contar com instalações sanitárias mais privadas e exclusivas para os clientes dos camarotes.

5. A segurança

Esta é uma vantagem muito especial a ter em conta, especialmente quando os jogos são de elevado risco. É uma clara vantagem do camarote.

Desvantagens em ver um jogo de futebol num camarote 

1. A falta de emoção

Ver um jogo da equipa de eleição num estádio de futebol, rodeado de torcedores que vibram a cada jogada é uma emoção mais sentida nas cadeiras comuns de um estádio do que num camarote. Poder trocar ideias e comentários com adeptos que não conhecemos de lá nenhum mas que defendem o clube da mesma forma que nós, só mesmo na bancada.

2. A visão do estádio

Ao optar por um lugar fora do camarote, poderá sempre ter a opção de escolher a partir de onde quer ver o jogo.

3. Os recursos financeiros

Um bilhete para uma partida de futebol é muito mais económico do que um passe de camarote.

4. O facto de ser um desporto praticado ao ar livre

O futebol é um jogo praticado ao ar livre, logo, assistir ao mesmo no interior de um camarote faz com que se perca a emoção do verdadeiro jogo!

5. A distância

Ver um jogo com outras pessoas, mesmo que desconhecidas, tem um quê de partilha que se perde aquando do uso dos camarotes. Normalmente, estes locais oferecem uma visão mais distante do relvado.